quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mensagem aos calour@s!



Parabéns Calour@ pelo seu ingresso na universidade, pois sabemos o quanto o ensino superior público é excludente e você ter chegado aqui é uma grande vitória , uma importante conquista em sua trajetória! Agora se inicia uma nova fase da sua vida, uma fase de descobertas e explorações, esperamos que você desfrute bem, pois agora se iniciam os melhores anos da sua vida.
Você está entrando na UnB após um período de uma greve histórica, que defendia principalmente uma melhor condição de trabalho para professores e servidores, uma greve que unificou todos os segmentos da universidade (professores, técnicos e estudantes) que estiveram juntos nessa luta que tomou conta de todo o país.
Essa greve nacional não aconteceu à toa. É uma consequência do desmonte que a educação pública vive. Somente nesses dois anos de governo Dilma, já foram cortados mais de 5 bilhões da educação, isso traz resultados para uma assistência precária, profissionais mal remunerados, falta de estrutura entre outros.
Defendemos a universalização da univesidade, mas nos posicionamos contra o programa de expansão da universidade que não garante o aumento necesario de verbas nem estrutura adecudada sucateando e precarizando a UnB, pois não temos estrutura adecuada. A greve terminou, mas a luta continua, lutamos por uma universidade de qualidade para tod@s e te convidamos a se juntar a esta luta com o movimento estudantil que já fez história nessa universidade com diversas conquistas.
Seja Bem Vind@s à UnB e que suas realizações sejam contempladas aqui dentro!

Saudações do Coletivo Mobiliza UnB!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Avaliação da Greve pela Exnel


A educação pública no Brasil está sucateada, professoras/es desvalorizadas/os com salários baixos, materiais didáticos insuficientes e de baixa qualidade, alunas/os desmotivadas/os, infraestrutura inadequada e vários outros problemas que refletem a péssima qualidade da educação.
O ano começou com várias greves e mobilizações das/os professoras/es da educação básica reivindicando melhores condições de trabalho e maiores salários.
Professoras/es, técnicas/os universitárias/os também entraram em greve exigindo planos de carreira e melhores condições de trabalho. Essas greves foram em resposta ao projeto neoliberal e mercadológico das universidades, potencializado pela expansão universitária via Programa de Reestruturação da Universidade Públicas – REUNI e também por projetos estaduais similares a este que impuseram algumas metas que precarizam ainda mais o ensino, tais como: o aumento da relação aluna/o-professor/a; diversificação da modalidade de ensino inaugurando os cursos de formação acelerada; duplicação do número de acesso,porém com aumento de apenas 20% dos recursos, sendo esses subordinados aos recursos do MEC e sem garantia de fato; criação de campi sem infraestrutura adequada (há universidades com aulas em usinas de lixo) e outros problemas.
Infelizmente, o governo Dilma, diante da crise econômica,escolheu priorizar o capital financeiro em detrimento da educação, pois efetuou uma série de medidas que atestam essa fato : continuou pagando os juros da divida externa, deu isenção de impostos para grandes empresários, cortou recursos das áreas sociais(cerca de 55 bilhões), orientou o corte de ponto de grevistas, além de apresentar uma proposta rebaixada para as categorias em greve.
O ANDES-SN, sindicato nacional que representa a maioria absoluta dos docentes, recusou a proposta do governo, e ele se manteve intransigente, se opondo a negociar, levando, assim, a greve a uma duração de mais de três meses. Isso demonstra a total falta de responsabilidade com a educação superior neste país. As/os estudantes também entraram em greve reivindicando melhores condições de ensino e permanência nas universidades, como reajuste de bolsas acadêmicas e de permanência; mais restaurantes universitários; moradias; creches universitárias; conclusão de novos campi e mais investimento.
Ainda que em nível nacional as pautas da greve pouco avançaram, o governo sinalizou aumentar a verba do Plano Nacional de Assistência Estudantil – PNAES e em muitas reivindicações locais em várias universidades foram alcançadas.
Apesar de alguns problemas, o Comando Nacional de Greve estudantil – CNGE  também foi um avanço em relação à organização dos estudantes, negociando as pautas com o governo, articulando com outras categorias em greve, organizando atos, etc., além de que seus delegados foram eleitos democraticamente nas assembleias.
Com o fim da greve, resta-nos o desafio de avançar ainda mais nas lutas e mobilizações para conseguir construir uma universidade pública gratuita, universal e de qualidade que esteja a serviço da emancipação dos trabalhadores e não apenas para formação de mão de obra e reserva de mercado.
Encontra-se no Senado Federal o novo Plano Nacional de Educação (PNE) que segue a lógica do REUNI, aprofundando suas metas precarizantes, além de não mudar o patamar de investimento atual. A proposta do governo e de setores governistas dentro do Movimento Estudantil é que o investimento do PNE seja de 10% do PIB para 2023, porém a greve mostrou que é necessário investir já para o próximo ano.

Executiva Nacional de Estudantes de Letras – ExNEL

domingo, 9 de setembro de 2012

Nem Márcia nem Ivan falam em nosso nome: Vamos à Luta vota nulo nesse segundo turno!

Nem Márcia nem Ivan falam em nosso nome:

Vamos à Luta vota nulo nesse segundo turno!


Nos próximos dias 11 e 12/09 ocorrerão o 2º turno das eleições para a reitoria da UnB. Concorrem duas chapas: Chapa 80 encabeçada pela ex-decana da gestão José Geraldo, Márcia Abraão e a Chapa 86 de Ivan Camargo que foi decano na gestão Lauro/Timothy.


O coletivo Vamos à Luta apresenta sua análise e o porquê votar nulo nesse segundo turno.

Com Sadi e Baiana


No 1º turno apoiamos a chapa 88 -Sadi e Baiana por representar o projeto de universidade que defendemos: a Universidade pública, democrática, gratuita, laica, de qualidade, socialmente referenciada; Por ter uma posição crítica à política do governo Lula/Dilma e ao projeto de privatização e precarização dos hospitais universitários via EBSERH. Também porque era uma das poucas chapas que construíram a greve dos professores participando ativamente do seu comando e atividades.

Nem Ivan, nem Márcia falam em nosso nome!

Neste segundo turno uma pergunta tem de ser feita: o que existe de diferença substancial nas chapas 80 e 86 que justifique um voto de confiança?
Ivan Camargo representa o fortalecimento das fundações privadas, a volta ao passado de privilégios, a elitização do conhecimento e a cobrança de taxas, além de fazer parte do que existe de mais atrasado na UnB: o grupo do ex- reitor (com "indícios" de corrupção) Timothy Muholland que foi expulso da reitoria com a ocupação de 2008.
Por outro lado, Márcia se apresenta com o perfil da novidade e dos avanços, mas a verdade é que nos últimos 4 anos da gestão o que vimos foi um descaso com a assistência estudantil, o não cumprimento da promessa do Congresso Estatuinte e a prontidão em apoiar e aprovar qualquer projeto do governo para a UnB, como o novo ENEM e Empresas Hospitalares. Sua candidatura é representante do governo Dilma, o mesmo governo que precarizou as universidades via REUNI- o carro chefe de sua campanha.
Essa candidatura esteve ausente da greve nacional dos docentes, o maior processo de luta em defesa da universidade pública e mesmo diante da direção golpista da ADunB essa candidata não compareceu sequer a uma assembleia para defender a categoria, mostrando que não é uma candidatura alinhada com os movimentos da Universidade.

Posições semelhantes em temas fundamentais:

Ambos defendem o modelo das fundações privadas para a UnB. Apoiaram o recredenciamento da FAHUB e FINATEC e revindicam o fortalecimento destas. Apoiaram a implementação da EBSERH Sobre os cursos pagos nenhum dos candidatos propõem o fim desse mercado paralelo na universidade. Nem pelo menos um plebiscito, como já aconteceu na UFF para consultar a comunidade, consta em suas propostas. Estes pontos demostram vários momentos onde o presente e o passado conciliaram.

A grande "diferença": Quem melhor gerencia a crise da universidade.

Mas existe sim uma grande diferença: quem melhor vai gerenciar a comunicação, os cortes de verbas, a pesquisa, o ensino e a extensão. Os candidatos fazem um grande esforço para mostrar quem possui a maior capacidade técnica e gerencial, cada um apresentando os seus currículos e suas proezas como ex-decanos. Ivan e a cobrança de taxas de formatura. Márcia e os estudantes SEM CAMPUS da Ceilândia.


Mobilizar a UnB para não deixar o passado voltar e o presente continuar!

Diante de duas candidaturas, que não apresentam diferenças substanciais, temos que fortalecer e dar continuidade a histórica mobilização de todos os segmentos da universidade que combateu fortemente a precarização, a privatização e a desvalorização da educação. Não podemos conceder um voto de confiança em nenhuma candidatura porque ganhe uma ou outra o projeto de UnB, de laboratório das políticas de precarização do governo Dilma, continuará prevalecendo em detrimento da assistência estudantil, do fim dos cursos pagos e das fundações privadas, por mais verbas e pela autonomia universitária.
Temos que continuar com as mobilizações na UnB, pois a política econômica do governo Dilma continuará trazendo problemas para a universidade e exigirá o fortalecimento do movimento estudantil e sindical para derrotar o projeto do governo para e educação e os seus representantes na reitoria, seja Ivan Camargo ou Márcia Abraão.









segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Nota do Coletivo Mobiliza UnB sobre a Greve

Nota do Coletivo Mobiliza UnB sobre a greve
As greves tomaram conta do país e acada dia vemos mais e mais categorias entrando em greve, seja do serviço público federal, estadual e mesmo na iniciativa privada. Na educação, a greve nacional dos três segmentos dura mais de 3 meses e não é a toa que hoje 52 das 59 universidades do país estão paradas e tantos outros milhares de trabalhadores em greve. O que antes Lula classificou de "marolinha" se referindo à crise econômica, chegou com força no Brasil. Diante desse cenário, a opção do governo Dilma (PT/PMDB) é a de não atender as pautas reivindicadas e na educação, além de não apresentar uma proposta decente para a reestruturação de carreira para os/as professores/as e uma proposta extremamente rebaixada para os/as técnicos/as e não apresenta nada de concreto para os/as estudantes.
Para quem vivencia o cotidiano da UnB sabe muito bem o quanto a Universidade sofre com a falta de estrutura, de investimentos, de um R.U. que funcione e contemple a atual demanda, uma assistência estudantil que sirva para garantir que estudantes permaneçam na universidade e que não tenham que abandonar seus cursos por não consegui se sustentar, mais uma outra infinidade de problemas que podemos apontar. Os problemas somente se agravaram com o programa do governo federal, Reuni, que expande as vagas e intensifica o trabalho e a jornada das/dos docentes e técnicos administrativas/os. Tudo isso sem garantir investimentos proporcionais e sem reconhecer a necessária valorização do emprego dos que trabalham na educação. Dessa forma, fica evidente que o objetivo das políticas educacionais do governo não caminha rumo a democratização das universidades.
Na UnB a Greve terminou por que a proposta é muito boa, ou por motivos eleitoreiros?
Em um momento em que o governo apresentou uma proposta que o sindicato nacional, Andes, rejeita e várias universidades seguiram a orientação de rejeitar a proposta, a UnB toma um caminho contrário. De um dia para o outro, a direção da Adunb chamou uma assembleia "extraordinária" para discutir exclusivamente o calendário das eleições para a reitoria que acontecerão nos dias 22 e 23 deste mês. Como toda assembleia com o caráter "extraordinário", somente é discutido aquela pauta previamente divulgada. Não foi o caso dessa assembleia. Quando a direção da Adunb percebeu que havia uma maioria de professores contrários à greve, incluíram este ponto como pauta no meio da assembleia e por uma diferença de apenas 15 votos, foi decidido o fim imediato da greve.
O questionamento que devemos fazer é: A quem interessaria o final da greve neste momento? Com a eleição para a reitoria nos próximos dias, fica óbvio que a eleição não está descolada do fim desta greve. A base que compõe principalmente a chapa de Ivan Camargo, chapa 86, estava em peso nesta assembleia para votar o fim da greve. Rechaçamos o modo com que a diretoria da Adunb conduziu a assembleia, terminando uma greve sem o interesse em conquistar as pautas, mas sim de colocar os timothystas de volta na reitoria da UnB. A reunião do Comando Local de Greve desta segunda-feira, na qual 374 professores assinaram a autoconvocação de uma assembleia docente, deixou clara a insatisfação das categorias em greve em relação ao grupo que dirige a Adunb, grupo que orquestrou a manobra para acabar com a greve de forma antidemocrática e leviana e que tentou, fracassadamente, derrubar uma conquista de toda a comunidade universitária: As eleições paritárias para a reitoria da universidade. Entendemos que a postura que várias e vários docentes adotaram, de iniciar um processo de destituição da atual diretoria, reflete essa insatisfação generalizada.


Fortalecer a Greve, a Luta é Agora!


Diante de um cenário em que a universidade está claramente polarizada em dois lados (aqueles que lutam na defesa por uma universidade pública e de qualidade e aqueles que estão interessados em que a máfia de Timothy volte a comandar a UnB) devemos fortalecer a greve, a luta por uma UnB plenamente democrática e por uma educação pública de qualidade, nos somando ao calendário de mobilização.

*Compõem o Mobiliza UnB estudantes de vários cursos, assim como coletivos nacionais como o Vamos à Luta, a UJC e o coletivo Juntos

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Coletivo Vamos à Luta com a Chapa 88: Para não deixar o passado voltar e nem o presente continuar!


Coletivo Vamos à Luta com a Chapa 88:
Para não deixar o passado voltar e nem o presente continuar!

         Certamente o ano de 2012 ficará marcado na história da educação brasileira. Estamos diante da maior greve na educação pública superior em resposta a décadas de sucateamento. Esse quadro se agrava ainda mais nestes dois anos de governo Dilma, onde em resposta à crise econômica, a presidenta tomou a opção de seguir pagando fielmente a dívida pública, deu isenção de impostos para os empresários e por outro lado cortou mais de 5 bilhões no orçamento da educação e orienta o corte de ponto das categorias grevistas.

         Na Universidade de Brasília é bastante evidente o descaso com a educação. Basta andar pela universidade para perceber o sucateamento potencializado por um processo de expansão precário, via Reuni, que não democratizou o acesso à universidade e expandiu os problemas existentes, como a falta de estrutura de várias unidades acadêmicas, os novos campi, a iluminação insuficiente, salas e laboratórios insalubres, R.U. que não atende mais a demanda da UnB, dentre outros.

         A assistência estudantil também é completamente insuficiente porque não atende toda a demanda e tampouco as necessidades dos/as estudantes baixa-renda e tem como objetivo não a permanência, mas suprir o déficit de profissionais (pela falta de concursos públicos) que existe na universidade, como é o caso da bolsa permanência com contrapartida trabalhista. 

            Os últimos anos tiveram uma importância política fundamental para a Universidade. Há quatro anos, a UnB esteve pautada nacionalmente em um escândalo de corrupção. Este esquema tinha como protagonistas a fundação privada FINATEC e o então reitor Timothy. O movimento estudantil deu a resposta correta: ocupou a reitoria até que o reitor e toda aquela gestão caísse. A partir dessa ocupação se abriu um novo processo de avanços democráticos na Universidade. Uma consequência direta da ocupação foi a paridade nas eleições da reitoria naquele ano. Nestas eleições houve uma participação massiva estudantil que levou a chapa encabeçada por Zé Geraldo a vitória. Passados quatro anos desta gestão, muitas expectativas de avanços no campo democrático foram frustradas. A grande promessa de se construir um Congresso Estatuínte paritário na UnB só ficou no discurso.

          Além disso, para nós do Vamos à Luta, essa foi uma gestão com problemas por ter compactuado com a direita tradicional da Universidade (hoje representadas nas chapas 83, 85 e 86) em relação ao recredenciamento das fundações privadas. Esses grupos representam o passado da universidade onde a corrupção e a elitização do conhecimento são os carro – chefes destes grupos.

         Não concordamos com a aplicação na UnB da  política do governo Lula/Dilma para a educação superior como a abertura  e expansão de cursos via Reuni sem garantia de estrutura adequada e  projeto político-pedagógico que de fato garantam a uma educação de qualidade. Também em relação ao projeto do governo Dilma de privatização e precarização do trabalho via EBSERH. Estes foram pontos onde a reitoria (hoje dividida nas chapas, 80, 82, 84 e 87) implementou a política do Governo Federal e que não houve polarização com os grupos da direita tradicional.

         Diante disso declaramos nosso apoio a Chapa 88 - Sadi reitor e Baiana vice - que mais se aproxima do projeto de universidade que defendemos: a Universidade pública, democrática, gratuita, laica, de qualidade, socialmente referendada e que esteja a serviço do povo.

       Por fim, não poderíamos deixar de expressar o nosso repúdio a postura da atual direção da Adunb de entrar na Justiça contra a paridade para as eleições para reitor. Não é a primeira vez que essa diretoria ataca a democracia da Universidade. A forma com que essa diretoria tenta (sem sucesso)  desmontar a greve através de urnas, secundarizando o debate político é um outro exemplo. Defendemos incondicionalmente a democracia. 

                 Por isso, estamos com Sadi e Baiana - chapa 88!

terça-feira, 3 de julho de 2012

Apoio à ocupação da Reitoria da UnB

Greve geral em toda Federal!

          Os estudantes da Universidadede Brasília ocupam nesta terça-feira, 3 de julho, o gabinete do Reitor. Essa manifestação ocorre por melhorias nas políticas de assistência estudantil tais como: o fim da contrapartida trabalhista como critério para recebimento da bolsa de permanência; o maior número de bolsas-moradia; pagamento de indenização às/aos alunos do programa de assistência estudantil pelos dias nos quais o Restaurante Universitário esteve fechado; e a garantia do passe-livre estudantil durante agreve.
          A ocupação da Reitoriada UnB, assim como o ato unificado (estudantes, professores/as e técnicos administrativos) em frente ao Ministério da Educação, denominado 3-J, são respostas às realidades vivenciadas nas universidades públicas. 
          O 3-J foi uma data tirada na reunião ampliada do Comando Nacional de Greve Estudantil (CNGE), que aconteceu no dia 18 de junho, no Rio de Janeiro, como o dia em que ocorreria atos descentralizados em várias cidades pelo Brasil.
          Professores/as, técnicos/as administrativos e estudantes unificam o coro em defesa da educação pública que sofre constantes ataques do Governo Dilma, com os sucessivos cortes da educação que agravam a precarização das Universidades, nos seus espaços físicos, na assistência estudantil insuficiente, na falta de professores, na falta de programas de extensão e pesquisa que alcancem a toda comunidade acadêmica, etc.
          Essa situação agravou-se nos últimos anos com a implementação do Programa de Reestruturação das Universidades (REUNI), o qual prevê diretrizes e metas, que jamais poderão ser cumpridas sem que haja um giro profundo em como a educação é encarada no rol das políticas públicas. Aumentar vagas por si só, não garante a permanência do estudante na universidade, nem a qualidade da sua formação.
          Precisamos ser ouvidos/as e para isso, temos que colocar nossas caras nas ruas, questionar o porquê dos fatos. Devemos denunciar este governo que se recusa a negociar com os setores em greve. Quanto mais o governo endurece com os/as grevistas mais a greve cresce. Por isso é importante mobilizar ainda mais para a conquista de nossas reivindicações. Vamos à luta!
Isabela Aysha
Layane Carvalho