segunda-feira, 5 de novembro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Mensagem aos calour@s!
Parabéns
Calour@ pelo seu ingresso na universidade, pois sabemos o quanto o
ensino superior público é excludente e você ter chegado aqui é
uma grande vitória , uma importante conquista em sua trajetória!
Agora se inicia uma nova fase da sua vida, uma fase de descobertas e
explorações, esperamos que você desfrute bem, pois agora se
iniciam
os melhores anos da sua vida.
Você
está entrando na UnB após
um período de uma greve histórica, que defendia principalmente uma
melhor condição de trabalho para professores e servidores, uma
greve que unificou todos os segmentos da universidade (professores,
técnicos e estudantes) que estiveram juntos nessa luta que tomou
conta de todo o país.
Essa
greve nacional não aconteceu à
toa. É uma consequência do desmonte que a educação pública vive.
Somente nesses dois anos de governo Dilma, já foram cortados mais de
5 bilhões da
educação, isso traz resultados para uma assistência precária,
profissionais mal remunerados, falta de estrutura entre outros.
Defendemos
a universalização da univesidade, mas nos posicionamos contra
o
programa de expansão da universidade que
não garante o aumento
necesario de verbas nem estrutura adecudada
sucateando e precarizando a UnB, pois
não temos estrutura adecuada.
A greve terminou, mas a luta continua, lutamos por uma universidade
de qualidade para tod@s
e te
convidamos
a se juntar a esta luta com o movimento estudantil que já fez
história nessa universidade com diversas conquistas.
Seja
Bem Vind@s
à UnB e que suas realizações sejam contempladas aqui
dentro!
Saudações do Coletivo Mobiliza UnB!
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Avaliação da Greve pela Exnel
A educação pública no Brasil está sucateada, professoras/es desvalorizadas/os com salários baixos, materiais didáticos insuficientes e de baixa qualidade, alunas/os desmotivadas/os, infraestrutura inadequada e vários outros problemas que refletem a péssima qualidade da educação.
O ano começou com várias greves e mobilizações das/os professoras/es da educação básica reivindicando melhores condições de trabalho e maiores salários.
Professoras/es, técnicas/os universitárias/os também entraram em greve exigindo planos de carreira e melhores condições de trabalho. Essas greves foram em resposta ao projeto neoliberal e mercadológico das universidades, potencializado pela expansão universitária via Programa de Reestruturação da Universidade Públicas – REUNI e também por projetos estaduais similares a este que impuseram algumas metas que precarizam ainda mais o ensino, tais como: o aumento da relação aluna/o-professor/a; diversificação da modalidade de ensino inaugurando os cursos de formação acelerada; duplicação do número de acesso,porém com aumento de apenas 20% dos recursos, sendo esses subordinados aos recursos do MEC e sem garantia de fato; criação de campi sem infraestrutura adequada (há universidades com aulas em usinas de lixo) e outros problemas.
Infelizmente, o governo Dilma, diante da crise econômica,escolheu priorizar o capital financeiro em detrimento da educação, pois efetuou uma série de medidas que atestam essa fato : continuou pagando os juros da divida externa, deu isenção de impostos para grandes empresários, cortou recursos das áreas sociais(cerca de 55 bilhões), orientou o corte de ponto de grevistas, além de apresentar uma proposta rebaixada para as categorias em greve.
O ANDES-SN, sindicato nacional que representa a maioria absoluta dos docentes, recusou a proposta do governo, e ele se manteve intransigente, se opondo a negociar, levando, assim, a greve a uma duração de mais de três meses. Isso demonstra a total falta de responsabilidade com a educação superior neste país. As/os estudantes também entraram em greve reivindicando melhores condições de ensino e permanência nas universidades, como reajuste de bolsas acadêmicas e de permanência; mais restaurantes universitários; moradias; creches universitárias; conclusão de novos campi e mais investimento.
Ainda que em nível nacional as pautas da greve pouco avançaram, o governo sinalizou aumentar a verba do Plano Nacional de Assistência Estudantil – PNAES e em muitas reivindicações locais em várias universidades foram alcançadas.
Apesar de alguns problemas, o Comando Nacional de Greve estudantil – CNGE também foi um avanço em relação à organização dos estudantes, negociando as pautas com o governo, articulando com outras categorias em greve, organizando atos, etc., além de que seus delegados foram eleitos democraticamente nas assembleias.
Com o fim da greve, resta-nos o desafio de avançar ainda mais nas lutas e mobilizações para conseguir construir uma universidade pública gratuita, universal e de qualidade que esteja a serviço da emancipação dos trabalhadores e não apenas para formação de mão de obra e reserva de mercado.
Encontra-se no Senado Federal o novo Plano Nacional de Educação (PNE) que segue a lógica do REUNI, aprofundando suas metas precarizantes, além de não mudar o patamar de investimento atual. A proposta do governo e de setores governistas dentro do Movimento Estudantil é que o investimento do PNE seja de 10% do PIB para 2023, porém a greve mostrou que é necessário investir já para o próximo ano.
Executiva Nacional de Estudantes de Letras – ExNEL
domingo, 9 de setembro de 2012
Nem Márcia nem Ivan falam em nosso nome: Vamos à Luta vota nulo nesse segundo turno!
Nem Márcia nem Ivan falam em nosso nome:
Vamos à Luta vota nulo nesse segundo turno!
Nos
próximos dias 11 e 12/09 ocorrerão o 2º turno das eleições para
a reitoria da UnB. Concorrem duas chapas: Chapa 80 encabeçada pela
ex-decana da gestão José Geraldo, Márcia Abraão e a Chapa 86 de
Ivan Camargo que foi decano na gestão Lauro/Timothy.
O
coletivo Vamos à Luta apresenta sua análise e o porquê votar nulo
nesse segundo turno.
Com Sadi e Baiana
No
1º turno apoiamos a chapa 88 -Sadi e Baiana por representar o
projeto de universidade que defendemos: a Universidade pública,
democrática, gratuita, laica, de qualidade, socialmente
referenciada; Por ter uma posição crítica à política do governo
Lula/Dilma e ao projeto de privatização e precarização dos
hospitais universitários via EBSERH. Também porque era uma das
poucas chapas que construíram a greve dos professores participando
ativamente do seu comando e atividades.
Nem Ivan, nem Márcia falam em nosso nome!
Neste
segundo turno uma pergunta tem de ser feita: o que existe de
diferença substancial nas chapas 80 e 86 que justifique um voto de
confiança?
Ivan
Camargo representa o fortalecimento das fundações privadas, a volta
ao passado de privilégios, a elitização do conhecimento e a
cobrança de taxas, além de fazer parte do que existe de mais
atrasado na UnB: o grupo do ex- reitor (com "indícios" de
corrupção) Timothy Muholland que foi expulso da reitoria com a
ocupação de 2008.
Por
outro lado, Márcia se apresenta com o perfil da novidade e dos
avanços, mas a verdade é que nos últimos 4 anos da gestão o que
vimos foi um descaso com a assistência estudantil, o não
cumprimento da promessa do Congresso Estatuinte e a prontidão em
apoiar e aprovar qualquer projeto do governo para a UnB, como o novo
ENEM e Empresas Hospitalares. Sua candidatura é representante do
governo Dilma, o mesmo governo que precarizou as universidades via
REUNI- o carro chefe de sua campanha.
Essa
candidatura esteve ausente da greve nacional dos docentes, o maior
processo de luta em defesa da universidade pública e mesmo diante da
direção golpista da ADunB essa candidata não compareceu sequer a
uma assembleia para defender a categoria, mostrando que não é uma
candidatura alinhada com os movimentos da Universidade.
Posições semelhantes
em temas fundamentais:
Ambos defendem o modelo das fundações privadas para a UnB. Apoiaram o recredenciamento da FAHUB e FINATEC e revindicam o fortalecimento destas. Apoiaram a implementação da EBSERH Sobre os cursos pagos nenhum dos candidatos propõem o fim desse mercado paralelo na universidade. Nem pelo menos um plebiscito, como já aconteceu na UFF para consultar a comunidade, consta em suas propostas. Estes pontos demostram vários momentos onde o presente e o passado conciliaram.
A
grande "diferença": Quem melhor gerencia a crise da
universidade.
Mas existe sim uma grande diferença: quem melhor vai gerenciar a comunicação, os cortes de verbas, a pesquisa, o ensino e a extensão. Os candidatos fazem um grande esforço para mostrar quem possui a maior capacidade técnica e gerencial, cada um apresentando os seus currículos e suas proezas como ex-decanos. Ivan e a cobrança de taxas de formatura. Márcia e os estudantes SEM CAMPUS da Ceilândia.
Mobilizar
a UnB para não deixar o passado voltar e o presente continuar!
Mobilizar
a UnB para não deixar o passado voltar e o presente continuar!
Diante
de duas candidaturas, que não apresentam diferenças substanciais,
temos que fortalecer e dar continuidade a histórica mobilização de
todos os segmentos da universidade que combateu fortemente a
precarização, a privatização e a desvalorização da educação.
Não podemos conceder um voto de confiança em nenhuma candidatura
porque ganhe uma ou outra o projeto de UnB, de laboratório das
políticas de precarização do governo Dilma, continuará
prevalecendo em detrimento da assistência estudantil, do fim dos
cursos pagos e das fundações privadas, por mais verbas e pela
autonomia universitária.
Temos
que continuar com as mobilizações na UnB, pois a política
econômica do governo Dilma continuará trazendo problemas para a
universidade e exigirá o fortalecimento do movimento estudantil e
sindical para derrotar o projeto do governo para e educação e os
seus representantes na reitoria, seja Ivan Camargo ou Márcia Abraão.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Nota do Coletivo Mobiliza UnB sobre a Greve
Nota do Coletivo Mobiliza UnB sobre a greve
As
greves tomaram conta do país e acada dia vemos mais e mais
categorias entrando em greve, seja do serviço público federal,
estadual e mesmo na iniciativa privada. Na educação, a greve
nacional dos três segmentos dura mais de 3 meses e não é a toa que
hoje 52 das 59 universidades do país estão paradas e tantos outros
milhares de trabalhadores em greve. O que antes Lula classificou de
"marolinha" se referindo à crise econômica, chegou com
força no Brasil. Diante desse cenário, a opção do governo Dilma
(PT/PMDB) é a de não atender as pautas reivindicadas e na educação,
além de não apresentar uma proposta decente para a reestruturação
de carreira para os/as professores/as e uma proposta extremamente
rebaixada para os/as técnicos/as e não apresenta nada de concreto
para os/as estudantes.
Para
quem vivencia o cotidiano da UnB sabe muito bem o quanto a
Universidade sofre com a falta de estrutura, de investimentos, de um
R.U. que funcione e contemple a atual demanda, uma assistência
estudantil que sirva para garantir que estudantes permaneçam na
universidade e que não tenham que abandonar seus cursos por não
consegui se sustentar, mais uma outra infinidade de problemas que
podemos apontar. Os problemas somente se agravaram com o programa do
governo federal, Reuni, que expande as vagas e intensifica o trabalho
e a jornada das/dos docentes e técnicos administrativas/os. Tudo
isso sem garantir investimentos proporcionais e sem reconhecer a
necessária valorização do emprego dos que trabalham na educação.
Dessa forma, fica evidente que o objetivo das políticas educacionais
do governo não caminha rumo a democratização das universidades.
Na
UnB a Greve terminou por que a proposta é muito boa, ou por motivos
eleitoreiros?
Em
um momento em que o governo apresentou uma proposta que o sindicato
nacional, Andes, rejeita e várias universidades seguiram a
orientação de rejeitar a proposta, a UnB toma um caminho contrário.
De um dia para o outro, a direção da Adunb chamou uma assembleia
"extraordinária" para discutir exclusivamente o calendário
das eleições para a reitoria que acontecerão nos dias 22 e 23
deste mês. Como toda assembleia com o caráter "extraordinário",
somente é discutido aquela pauta previamente divulgada. Não foi o
caso dessa assembleia. Quando a direção da Adunb percebeu que havia
uma maioria de professores contrários à greve, incluíram este
ponto como pauta no meio da assembleia e por uma diferença de apenas
15 votos, foi decidido o fim imediato da greve.
O
questionamento que devemos fazer é: A quem interessaria o final da
greve neste momento? Com a eleição para a reitoria nos próximos
dias, fica óbvio que a eleição não está descolada do fim desta
greve. A base que compõe principalmente a chapa de Ivan Camargo,
chapa 86, estava em peso nesta assembleia para votar o fim da greve.
Rechaçamos o modo com que a diretoria da Adunb conduziu a
assembleia, terminando uma greve sem o interesse em conquistar as
pautas, mas sim de colocar os timothystas de volta na reitoria da
UnB. A reunião do Comando Local de Greve desta segunda-feira, na
qual 374 professores assinaram a autoconvocação de uma assembleia
docente, deixou clara a insatisfação das categorias em greve em
relação ao grupo que dirige a Adunb, grupo que orquestrou a manobra
para acabar com a greve de forma antidemocrática e leviana e que
tentou, fracassadamente, derrubar uma conquista de toda a comunidade
universitária: As eleições paritárias para a reitoria da
universidade. Entendemos que a postura que várias e vários docentes
adotaram, de iniciar um processo de destituição da atual diretoria,
reflete essa insatisfação generalizada.
Fortalecer
a Greve, a Luta é Agora!
Diante
de um cenário em que a universidade está claramente polarizada em
dois lados (aqueles que lutam na defesa por uma universidade pública
e de qualidade e aqueles que estão interessados em que a máfia de
Timothy volte a comandar a UnB) devemos fortalecer a greve, a luta
por uma UnB plenamente democrática e por uma educação pública de
qualidade, nos somando ao calendário de mobilização.
*Compõem
o Mobiliza UnB estudantes de vários cursos, assim como coletivos
nacionais como o Vamos à Luta, a UJC e o coletivo Juntos
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Coletivo Vamos à Luta com a Chapa 88: Para não deixar o passado voltar e nem o presente continuar!
Coletivo
Vamos à Luta com a Chapa 88:
Para
não deixar o passado voltar e nem o presente continuar!
Certamente o ano de 2012 ficará marcado na história da educação brasileira.
Estamos diante da maior greve na educação pública superior em resposta a
décadas de sucateamento. Esse quadro se agrava ainda mais nestes dois anos de
governo Dilma, onde em resposta à crise econômica, a presidenta tomou a opção
de seguir pagando fielmente a dívida pública, deu isenção de impostos para os
empresários e por outro lado cortou mais de 5 bilhões no orçamento da educação
e orienta o corte de ponto das categorias grevistas.
Na Universidade de Brasília é bastante evidente o descaso com a educação. Basta
andar pela universidade para perceber o sucateamento potencializado por um
processo de expansão precário, via Reuni, que não democratizou o acesso à
universidade e expandiu os problemas existentes, como a falta de estrutura de
várias unidades acadêmicas, os novos campi, a iluminação insuficiente, salas e
laboratórios insalubres, R.U. que não atende mais a demanda da UnB, dentre
outros.
A assistência estudantil também é completamente insuficiente porque não atende
toda a demanda e tampouco as necessidades dos/as estudantes baixa-renda e tem
como objetivo não a permanência, mas suprir o déficit de profissionais (pela
falta de concursos públicos) que existe na universidade, como é o caso da bolsa
permanência com contrapartida trabalhista.
Os últimos anos tiveram uma importância política fundamental para a
Universidade. Há quatro anos, a UnB esteve pautada nacionalmente em um
escândalo de corrupção. Este esquema tinha como protagonistas a fundação
privada FINATEC e o então reitor Timothy. O movimento estudantil deu a resposta
correta: ocupou a reitoria até que o reitor e toda aquela gestão caísse. A
partir dessa ocupação se abriu um novo processo de avanços democráticos na
Universidade. Uma consequência direta da ocupação foi a paridade nas eleições
da reitoria naquele ano. Nestas eleições houve uma participação massiva
estudantil que levou a chapa encabeçada por Zé Geraldo a vitória. Passados
quatro anos desta gestão, muitas expectativas de avanços no campo democrático
foram frustradas. A grande promessa de se construir um Congresso Estatuínte
paritário na UnB só ficou no discurso.
Além disso, para nós do Vamos à Luta, essa foi uma gestão com problemas
por ter compactuado com a direita tradicional da Universidade (hoje
representadas nas chapas 83, 85 e 86) em relação ao recredenciamento das
fundações privadas. Esses grupos representam o passado da universidade onde a
corrupção e a elitização do conhecimento são os carro – chefes destes grupos.
Não concordamos com a aplicação na UnB da política do governo Lula/Dilma
para a educação superior como a abertura e expansão de cursos via Reuni
sem garantia de estrutura adequada e projeto político-pedagógico que de
fato garantam a uma educação de qualidade. Também em relação ao projeto do
governo Dilma de privatização e precarização do trabalho via EBSERH. Estes
foram pontos onde a reitoria (hoje dividida nas chapas, 80, 82, 84 e 87)
implementou a política do Governo Federal e que não houve polarização com os
grupos da direita tradicional.
Diante
disso declaramos nosso apoio a Chapa 88 - Sadi reitor e Baiana vice - que mais
se aproxima do projeto de universidade que defendemos: a Universidade pública,
democrática, gratuita, laica, de qualidade, socialmente referendada e que
esteja a serviço do povo.
Por
fim, não poderíamos deixar de expressar o nosso repúdio a postura da atual
direção da Adunb de entrar na Justiça contra a paridade para as eleições para
reitor. Não é a primeira vez que essa diretoria ataca a democracia da
Universidade. A forma com que essa diretoria tenta (sem sucesso)
desmontar a greve através de urnas, secundarizando o debate político é um
outro exemplo. Defendemos incondicionalmente a democracia.
Por isso, estamos
com Sadi e Baiana - chapa 88!
terça-feira, 3 de julho de 2012
Apoio à ocupação da Reitoria da UnB
Greve geral em toda Federal!
Os estudantes da Universidadede Brasília ocupam nesta terça-feira, 3 de julho, o gabinete do Reitor. Essa manifestação ocorre por melhorias nas políticas de assistência estudantil tais como: o fim da contrapartida trabalhista como critério para recebimento da bolsa de permanência; o maior número de bolsas-moradia; pagamento de indenização às/aos alunos do programa de assistência estudantil pelos dias nos quais o Restaurante Universitário esteve fechado; e a garantia do passe-livre estudantil durante agreve.
A ocupação da Reitoriada UnB, assim como o ato unificado (estudantes, professores/as e técnicos administrativos) em frente ao Ministério da Educação, denominado 3-J, são respostas às realidades vivenciadas nas universidades públicas.
O 3-J foi uma data tirada na reunião ampliada do Comando Nacional de Greve Estudantil (CNGE), que aconteceu no dia 18 de junho, no Rio de Janeiro, como o dia em que ocorreria atos descentralizados em várias cidades pelo Brasil.
Professores/as, técnicos/as administrativos e estudantes unificam o coro em defesa da educação pública que sofre constantes ataques do Governo Dilma, com os sucessivos cortes da educação que agravam a precarização das Universidades, nos seus espaços físicos, na assistência estudantil insuficiente, na falta de professores, na falta de programas de extensão e pesquisa que alcancem a toda comunidade acadêmica, etc.
Essa situação agravou-se nos últimos anos com a implementação do Programa de Reestruturação das Universidades (REUNI), o qual prevê diretrizes e metas, que jamais poderão ser cumpridas sem que haja um giro profundo em como a educação é encarada no rol das políticas públicas. Aumentar vagas por si só, não garante a permanência do estudante na universidade, nem a qualidade da sua formação.
Precisamos ser ouvidos/as e para isso, temos que colocar nossas caras nas ruas, questionar o porquê dos fatos. Devemos denunciar este governo que se recusa a negociar com os setores em greve. Quanto mais o governo endurece com os/as grevistas mais a greve cresce. Por isso é importante mobilizar ainda mais para a conquista de nossas reivindicações. Vamos à luta!
Isabela Aysha
Layane Carvalho
Assinar:
Postagens (Atom)